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Crie uma capa de vinil para sua música favorita

Descoberta ótima pros momentos de ócio: o Studio 24 é uma plataforma que permite que seus usuários escolham fotos de sua conta no instagram para ilustrar uma faixa musical. Vou confessar que eu sempre escolhi trilhas mentais pras fotos que tirava. Sempre achei que o som aliado a  imagens ajudava a compor todo um clima, cenário, e meio que contar uma estória sobre aquela fotografia, sabe como? Então, por lá você pode pesquisar também as imagens que outros usuários criaram para a música escolhida por você, e no final de tudo, dá pra compartilhar suas criações com os amigos no facebook. Gostou? Então dá uma olhada em algumas imagens que ilustram canções no Studio 24:

choose your favorite instagram picture and give it a song title instagram e música fotos do instagram com titulos de músicas studio 24
Ah, eu também criei as minhas (cliquem na imagem para ouvir no youtube a música escolhida):

studio 24 Summertime clothes - animal collective

Além de tudo as fotos ficam super bonitas depois de editadas com essa cara de capa de vinil, né?

Vício musical do dia: Sóley ♥

soley

Fazia tempo que indicações musicais não apareciam por aqui, é que em meio a tantas descobertas literárias e cinematográficas (obrigada 2012!), a minha disposição para descobrir novas bandas ficou meio reduzida, mas acredito que isso tenha mudado desde que conheci a música de Sóley, dessas descobertas incríveis e aleatórias que a internet nos proporciona de vez em quando…

De música linda e mágica parece viver a Islândia: Vinda de Reykjavik, Sóley Stefánsdóttir é multi-instrumentista e integrante da banda indie Seabear, descrita por alguns como uma mistura entre Sufjan Stevens e Arcade Fire. Eis que em 2010, a artista resolveu seguir carreira solo, lançando o EP “Theater Island” , seguido pelo disco “We Sink”, de 2011.  Não sou muito boa para falar sobre música, mas posso dizer que as músicas de Sóley me aproximam muito de uma atmosfera de sonho. E para vivenciar essa experiência, recomendo começar ouvindo e assistindo o lindo vídeo de Smashed Birds:


Pretty face
foi meu primeiro contato com as composições da islandesa, e foi o bastante para transformar a artista em meu novo vício musical. Olha só que música mais delicinha:

I’ll Drown ♥:

E pra finalizar,  para quem quiser conhecer Seabear, fica a dica:

(SUPER) Lindeza do dia: Lorenzo Papace ♥

Já estava mais do que na hora de mostrar por aqui o trabalho do artista francês, Lorenzo Papace músico, compositor, designer gráfico e diretor – (ufa!). O problema era como sintetizar tudo o que eu tinha a falar/mostrar, tendo em vista que eu me encantei com basicamente tudo! Mas deixa eu explicar: Há uns meses atrás vi um Stop motion todo feito em papel de uma banda, até então, desconhecida. Era o clipe de Østersøen, da banda Ödland. Vale muito a pena assistir:

#16. Østersøen (Ödland, Sankta Lucia) from Lorenzo Papace on Vimeo.

Lindo, não é? O clipe foi produzido por Lorenzo Papace em parceria com o ilustrador Vincent Pianina. Como eu adoro um “behind the scenes“, dei uma pesquisada e (felizmente) encontrei um Flickr que mostrava etapas da produção do vídeo. Imagine aí todo o trabalho por trás dessas esculturas de papel:

E, foi então que descobri que era Lorenzo o artista multitalentoso responsável também por outros vídeos da banda (Ödland), da qual ele é integrante. Amo a estética em todos os vídeos produzidos por ele e estou curtindo muito as músicas também.

#07. La Grèce et moi (Ödland, Sankta Lucia) from Lorenzo Papace on Vimeo.

Vício. Essa música ficou grudada na minha cabeça durante dias e dias.

E tem mais um monte de vídeos lindos com musiquinhas gostosas. Juro que fica difícil escolher.

#08. Les dieux sont partis (Ödland, Sankta Lucia) from Lorenzo Papace on Vimeo.

Ah! E como já era de se esperar pelas imagens capturadas para os vídeos, Lorenzo é também um fotógrafo incrível. E é com as fotografias dele que eu encerro o post de hoje.

Trilha sonora para uns “bons drink”

A dica de hoje é o Drinkify, um site que sugere receitas de drinks levando em conta o artista/banda que você está ouvindo. Por exemplo, segundo ele, escutar Céu fica mais gostoso com:

Tequila ouro com sorvete.

Adele vai bem com:

Vodka, leite de coco e mel.

E Andrew Bird tem tudo a ver com:

Cachaça e xarope de romã.

Fiquei curiosa para experimentar várias dessas sugestões e as possibilidades de busca são quase infinitas, visto que o site usa o (gigantesco) banco de dados do Last.fm para coletar informações sobre as bandas. Mas fica a dica para os fãs de Zeca PagodinhoSepultura (sim, eu perdi boas horas pesquisando os mais diversos nomes por lá) não seguirem à risca as sugestões do Drinkify. Descubram por lá do que é que eu tô falando…

Documentários Musicais na Rede:

Recentemente vi esses documentários sobre música: krautrock, heavy metal, reggae, música eletrônica e por último um vídeo que esclarece a forma de consumo de música nos últimos tempos. Para quem se interessa por música, é indispensável assisti-los.

Algumas bandas inspiradas pelo blues e o rock progressivo começaram a tocar mais alto no final dos anos 60. Sem saber, estavam criando uma nova forma de tocar que nortearia uma parte da cultura musical dos anos 70. Hard Rock e Heavy  Metal foram as classificações dadas à esses novos movimentos. Alguns dos principais representantes: Iron Maiden, Motorhead e Judas Priest. Confira depoimentos de Lemmy, Tony Iommi, Ian Gillan, Rob Halford, Bruce Dickinson e Biff Byford no documentário Heavy Metal Brittania. Produzido pela BBC4.

Krautrock; O rock alemão, saiba dessa música que também nasceu no final dos anos 60.

Documentário Reggae Brittania, mostra o surgimento de grupos jamaicanos em Londres.

“Real Scenes: Berlin”

Desde a queda do muro, em 1989, Berlim se tornou a capital mundial da música eletrônica. Assista ao mini doc e saiba porque até hoje a cidade tem uma credibilidade grande no assunto:

Veja estatíscas e muito mais nesse vídeo bem rápido e esclarecedor. Saiba como mudou a forma de consumir músicas nos últimos quarenta anos, as mudanças de formatos (LP, K7, CD, MP3) e outros detalhes importantes. Naspter (primeiro site a disponibilizar músicas para download) , as grandes gravadoras, aumento da produção de instrumentos e aparelhagem para melhorar a qualidade técnica e sonora:

Obs: Os documentários são em inglês e sem legenda; para quem não manja da língua da terra da rainha, assista mesmo assim, porque a música é uma língua universal e todo mundo acaba se etendendo.

Por Renan Correia.

Wilco, Charlotte Gainsbourg… saindo na frente!

Parece que há uma nova tedência dos artistas lançarem vídeo-clipes antes da estréia do disco. Essa é uma maneira de divulgar uma parte da obra, e, acredito, uma boa jogada de marketing, pois chama atenção do público para aquele trabalho. Outra estratégia que a banda Red Hot Chilli Peppers experimentou foi tocar o disco na integra com transmissão ao vivo em vários cinemas do mundo, que também é legal nessa época de singles e downloads de músicas soltas, os tais hits, pode ser uma forma de mudar um pouco o consumo dessa forma de arte que está em crise de mercado… ou de público. Abaixo temos clipes de artistas de países e estilos diversos que lançaram esses aperitivos antes dos disco, Enjoy it!

WILCO

MAN LIKE ME

CHARLOTTE GAINSBOURG

PÚBLICA

Por Renan Correia.

Guia 70´s: Música

Dando prosseguimento aos posts do guia 70´s, irei falar sobre a música da década. Outro dia estava pensando por que  esta é uma época tão mágica para as artes. Na década o mundo passava por uma fase difícil politicamente, com resquícios de ditaduras, censura e falta de liberdade. Então, você deve estar se perguntando de que forma esses fatos influenciaram na obra dos artistas naquele momento. É sobre isso e muito mais que vamos falar no post:

Um dos movimentos musicais que faz parte dos anos 70 é a Tropicália, que teve ínicio no final dos anos 60, como movimento teve uma curta e intensa duração, mas suas idéias estão por ai até hoje. Foi algo muito rico porque se tratava de uma reunião de grandes artistas e intelectuais que foram muito além da música e além do nosso território tupiniquim, não porque alguns membros foram convidados pelo governo a se retirar do país (leia-se exílio) mas porque Tropicália é cultuada no mundo, porque gente como Caetano Veloso têm fãs como Pedro Almodovar, enfim, foi a coisa mais brasileira e universal que já existiu. Vou citar alguns nomes para não ficar como se o Caetano fosse o maior, o patrono e o sempre lembrado, temos no time gente como: o piauiense Torquato Neto (poeta), Hélio Oiticica (artista plástico), Júlio Medaglia ( maestro),  Glauber Rocha (cineasta), Waly Salomão (poeta) e os músicos Tom Zé, Gilberto Gil, Nara Leão, Os Mutantes, Gal Costa, Jorge Ben, Jorge Mautner, Maria Bethania, Lanny Gordin.

Sou suspeito para falar, fã dessa década de ouro, fui aprendendo com meu garimpo de vinis que o samba e a MPB dos anos 70 é de uma qualidade incrível, artistas como Tim Maia, Chico Buarque de Holanda, Roberto Carlos, Bete Carvalho, Novos Baianos, Clara Nunes, Clube da Esquina, Beto Guedes, Lô Borges, Trio Mocotó, Banda Black Rio, Secos e Molhados, Wilson Simonal, dentre outros.

Internacionalmente temos o punk, glam rock, disco music, soul, reggae e outros. Na foto acima, no canto esquerdo temos o Ramones que é a banda mais icônica do punk, mas o punk tem ínicio com Velvet Underground, Stooges, MC5, Patti Smith, New York Dolls, Television como precursores do “faça você mesmo”. O uso de drogas pesadas e atitudes contraditórias à lei são traços marcantes desse movimento que ainda estava na sua gestação com esses representantes citados. O Glam Rock assim como o Punk é um estilo marcado pela atitude, porém de forma oposta: é focado no glamour, androginia e peformances provocaticas.  O uso de maquiagem é indispensável. O principal representante é David Bowie. Por último temos o soul que é uma música feita basicamente por negros, o que é bem representativo nessa música são as vozes, é a pura exaltação da alegria e do amor. Nos anos 70 em Detroit a gravadora Motown colocou vários grupos de soul  music nas paradas de sucesso e em programas de tv, a Motown tinha os maiores nomes nesse estilo: Jackson 5, Stevie Wonder, Marvin Gaye, The Commodores, Smokey Robinson, The Temptations. Depois do Jazz, o soul foi a música negra que mais fez sucesso.

Por Renan Correia.

1 band 1 brand:

Moda e música sempre andaram de mãos dadas, não é mesmo? mas olha só que legal essa idéia: o site  1 band 1 brand indica semanalmente uma banda legal e uma marca cujo estilo seja parecido com a banda indicada. Basta assinar a newsletter e receber no e-mail as recomendações.
As dicas da semana são a banda Taylor Locke and The Roughs e a marca Alternative Apparel.

Marca: Alternative Apparel

E a indicação musical da semana, para vocês conhecerem:

Por Ana Carolina.

Echocentrics

Novo projeto do músico Adrian Quesada, que une sua experiência como produtor e instrumentista com duas vozes femininas bem agradáveis: Natalia Clavier e Tita Lima. Tita Lima é de São Paulo e já conhecida na cena alternativa brasileira, já Natalia Clavier foi uma surpresa, pelo menos para mim, é uma argentina de voz suave, com  personalidade nas interpretações, que leva um toque latino. Echocentrics ganhou recentemente o registro em disco “Sunshadows”:


A influência de Adrian Quesada vai de Tim Maia(soul) a John Lennon (rock), Serge Gainsbourg (música francesa) a Curtis Mayfield (funk). Ele toca guitarra com levadas funk, bem no estilo do também guitarrista Mayfield, caso não conheça, procure por esse cara também. O que mais pode-se falar do som do projeto, é que tem faixas instrumentais com clima de filme cult e uma latinidade bem aflorada que deixa o ritmo bem animado e envolvente.
Depois de muito procurar por Echocentrics, achei um vídeo gravado dia 20 desse mês em um festival de música latina, “O Elefante” com Tita Lima e também “Esclavo y Amo” com Natalia Clavier gravado no mesmo festival.

  • Para baixar o disco inteiro, é só clicar AQUI

Por Renan Correia

South by Southwest

sxswPelo título não é muito fácil entender do que se trata, então, vamos começar por ai. Trata-se de um festival que é realizado em Austin, Texas (EUA), e que vários artistas não conhecidos do grande público estão espalhados por bares, parques e casas de shows. Mas para quem gosta de coisas mais conhecidas, um som que já tocou em rádio ou em algum filme, também existe alguns shows de artistas já consagrados e detalhe, não só americanos, de toda parte do mundo.

Todo ano a imprensa especializada marca presença para cobrir o evento. Os brasileiros Gabriel Dietrich e o pessoal do rraurl fez um minidoc de 9 minutos do que foram 10 dias de evento e 1300 shows, muita coisa não é? É tanta apresentação em tantos lugares, que só sendo Deus para ver todos, isso é o chato do SXSW porque você tem show que queria ver muito, mas que acontece no mesmo momento do outro que também queria e em lugares diferentes, então se torna impossível ver metade dos shows realizados acho. Conheça o festival por esse minidoc e depois procure no google ou youtube 🙂

Por Renan Correia