Vampire Weekend

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Num mundo de “ música colorida”, as pessoas cada vez menos estão atentando para o fato de que algo realmente está acontecendo na música: a  experimentação.
Com tantas bandinhas atualmente fazendo barulho (no sentido de barulho mesmo), quando falamos de música mais “atual”(digo de uns dez anos pra cá), esquecemos que há bandas se propondo a fazer música de fato. Eu vejo bandas chegando quase no limite (se é que existe algum) da experimentação e não tem tanta notoriedade quanto algumas que se escondem na barra da saia da gravadora e seguem certas tendências do mercado consumista, como se a música merecesse o tratamento de mercadoria. Coitado do artista, que passa para a posição de vendedor. Enfim, o que me interessa falar aqui é do que de bom tem acontecido com a música, porque já chega de se ligar no que é ruim.
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Certo, em 2006, os amigos Ezra Koenig , Rostam Batmanglij, Christopher Tomson e Chris Baio, resolveram se juntar, influenciados pelo afro-beat, e formar uma banda de indie/pop/rock chamada Vampire Weekend. Em 2008, lançaram seu primeiro álbum,com o mesmo nome da banda pela gravadora XL.
O trabalho deles, vale muito a pena conferir. Com melodias alegres e letras com certos tons de ironia, a banda foi bem recebida pela Crítica e pelo público. É um cd para se ouvir inteiro e
começar o dia.

Por Fenelon Neto.

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